Incrível, mas há aumento da mortalidade infantil no Mississipi. Além, disso os estados sulistas apresentam valores bem elevados quando comparos aos demais estados. O aumento está ocorrendo entre os negros, que já apresentam taxas bem mais elevadas. The New York Times apresenta reportagem extensa sobre o fato: um escândalo para a maior potência do mundo.
divulgação científica e debates referentes a epidemiologia, medicina, saúde pública e demografia. correio:palotufo@usp.br
sábado, 21 de abril de 2007
Escândalo no Mississipi: mortalidade infantil aumenta
Incrível, mas há aumento da mortalidade infantil no Mississipi. Além, disso os estados sulistas apresentam valores bem elevados quando comparos aos demais estados. O aumento está ocorrendo entre os negros, que já apresentam taxas bem mais elevadas. The New York Times apresenta reportagem extensa sobre o fato: um escândalo para a maior potência do mundo.
sexta-feira, 20 de abril de 2007
A hora e vez dos estudos de segurança
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Abaixo o cretinismo!
Já há alguns anos, um grupo do Boston Medical Center vem alertando para o fato de que mulheres grávidas da população local mais pobre apresentam deficiência alimentar de iodo! O último alerta indica que o leite de até 50% dessas mulheres pode estar deficiente em iodo. Tendo acompanhado de perto a batalha contra a deficiência de iodo na América Latina durante anos, nunca pensei que fosse reencontrar esse problema a menos de dois quilômetros do hospital onde trabalho hoje, em Boston. Um novo escândalo: plano especial para jornalistas.
Ministro admite desvio de verbas na Saúde
No Estadão de hoje, o Ministro da Sáude José Gomes Temporão admite aquilo que todos sabem e, poucos têm coragem em explicitar: desvia-se oficialmente recurso da área da saúde. O golpe de prefeitos, governadores e do presidente (na figura do secretário do Planejamento) é de considerar que "alimentação, transporte, etc etc etc" são determinantes do binômio saúde-doença. O casal Garotinho foram os pioneiros e os que melhor executaram essa "cirurgia". Outro aspecto é a não regulamentação da emenda constitucional número 29 de 2000 que aportaria mais R$10 bilhões ao Ministério da Saúde, também obra do secretário do Planejamento.
quarta-feira, 18 de abril de 2007
Declínio do câncer de mama nos Estados Unidos
terça-feira, 17 de abril de 2007
Remédios sem médicos e enfermeiros: um dilema africano
Publicidade de medicamentos: será o fim de um suplício?
segunda-feira, 16 de abril de 2007
Prontuário eletrônico para pobres em Nova Iorque
domingo, 15 de abril de 2007
O almoço grátis novamente: agora a avaliação de projetos de pesquisa.
Jerry Avorn, professor de farmacoepidemiologia da Harvard Medical School começa seu artigo no The New England Journal of Medicine (Paying for Drug Approvals — Who's Using Whom?) da seguinte forma: "Anos atrás, um diretor de hospital regional explicou me como as reuniões clínicas no seu hospital estavam funcionando bem: " a indústria farmacêutica traz o conferencista, paga seus honorários e o almoço dos médicos que por sua vez garantem audiência". Isso funciona para nós com orçamentos tão apertados" . Avorn utiliza esse exemplo corriqueiro para avaliar outro problema mais sério: o pagamento das indústrias ao FDA para analisar seus processos. De início, parece justo, mas depois há um confusão, que o autor questiona: afinal quem está pagando quem? A questão é polêmica, porque no Brasil não é permitido pelo Conselho Nacional de Saúde, o pagamento às comissões de ética em pesquisa por parte da indústria, para avaliarem uma quantidade grande de projetos originados na própria indústria. Os avaliadores está recebendo, na maioria das vezes salário da própria instituição. Trata-se de um tema que não permite respostas simples.